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O WP 2.1 possui uma barra com funcionalidades adicionais que melhoram, e muito, a digitação de posts.
Para acioná-la no IE pressione simultaneamente as teclas Alt + v, no Firefox Alt + Shift + v, e, de acordo com comentários, Ctrl + v no Mac – não tenho como testar :-).

No momento, tenho o WP 2.1 em funcionamento apenas no meu computador para avaliação e testes antes da migração.
Fonte: Suporte WordPress
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Esse é o nome do mais novo Blog e Podcast da blogosfera brasileira voltado para temas relacionados à publicidade e também à publicitários, nas palavras de Renato Bontempo, um de seus cinco autores.
Tive a grata satisfação de contribuir com seu nascimento. Minha participação foi tão somente adaptar as CSS a partir do tema Default do WP 2.1 e o seu código, para obter o excelente design do blog elaborado por eles. Quem dera estivesse nesse estágio da arte!
E como o tema central tratado por lá é propaganda, não custa nada (e nem dói) eu fazer a minha, embora me considere coadjuvante no projeto.
Mesmo que o assunto não seja o seu “pedaço” e o site seja recém-nascido vale a pena visitar o Bicho de Goiaba – Propaganda e inutilidades afins.
Outra coisa que penso ser merecedora de menção é que o Viche agora pode ser acessado através do endereço http://www.blogviche.com.br graças a gentileza do Renato que registrou o domínio prá mim (não tenho CNPJ).
Por enquanto o endereço está sendo redirecionado para o antigo em função de fatores como o PR, FeedBurner, Alexa, Technorati, entre outros. Mas pelo menos tem a vantagem de ser mais fácil de “decorar”.
Acho que a interação com os “bam-bam-bans” da propaganda me afetou e antes que eu diga o que não deva, fui!
A barra a que o título se refere é composta de nove links dispostos em três colunas com fundo cinza claro e, se tudo está de acordo com o esperado, encontra-se exibida no início da página. Caso contrário, mude para o tema Viche 3 onde a barra se encontra em funcionamento.
Foi desenvolvida com o uso da função Effect.toggle(element, effect) das bibliotecas script.aculo.us versão 1.6.4 e Prototype versão 1.5.0_rc1. Seu funcionamento se traduz no famoso clica-abre (se fechado) e clica-fecha (se aberto) em cada link da barra.
Deu um tanto de trabalho pois tive de alterar os programas relativos ao tema bem como as suas folhas de estilos, o que para os experts é fácil de compreender. O difícil, após concluído, é estabelecer se a mudança gerou ou não ganhos do ponto-de-vista da funcionalidade (as vezes acho que sim, outras, não).
Fiquei em dúvida até se deveria disponibilizar o resultado dessa experiência de aprendizado pessoal sobre o WP e outras pequenas coisitas mais aos meus leitores. Decidi me arriscar e colocar “a cara a tapas”, mesmo porque existe a alternativa de você escolher outro tema de seu agrado (acredito).
Isto posto, só me resta aguardar com o espírito totalmente desarmado e me colocar à disposição para quaisquer esclarecimentos (será?).
powered by performancing firefox
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Uma das coisas que acho trabalhosa no WordPress é editar código.
Visualmente no editor do WP, quando se digita um trecho de código, tudo parece funcionar as mil maravilhas. Os problemas surgem quando se aciona o botão salvar ou publicar do editor. Ele destroi toda a indentação, importante para uma leitura mais adequada do código, e faz uns ajustes automáticos no HTML que geram, as vezes, resultados imprevisíveis.
Esse comportamento, talvez, seja decorrência do fato de o WP ter sido criado, também e principalmente, para quem não conhece a linguagem de marcação.
Questionei algumas pessoas sobre esses fatos e, para minha surpresa, as dificuldades que elas tinham eram muito semelhantes. Utilizo-me bastante do Writely para a edição dos meus posts, mas os problemas permanecem, tanto na publicação a partir desse editor, como através da velha e conhecida técnica de copiar e colar.
Se não me engano, li também, provavelmente por conta dessas deficiências, que outras pessoas utilizam plugins para substituir o editor padrão do WP. Se é de seu conhecimento e funciona, agradeceria se você deixasse a sua indicação nos comentários.
Eu, do lado de cá, fiz uma rotina simples em AJAX para, paliativamente, solucionar os (meus) problemas mencionados e que disponibilizo a seguir para sua apreciação e julgamento.
Veja o código JavaScript AJAX utilizado. Ao clicar no link o código é exibido e ao clicar novamente é fechado. Experimente!
[Update] Os sinais de menor e maior, entre aspas, no código JavaScript AJAX correspondem à &_lt; e &_gt;, respectivamente, sem o concatenado.
Um outro exemplo de uso da mesma rotina, que aciona um programa PHP do lado do servidor e retorna como resposta um arquivo XML.
E, por último, veja o código do programa PHP usado acima.
Pelo menos os códigos ficam mais bonitos e compreensíveis (eu acho). E, por um lado, o texto fica mais condensado, mas por outro exige um clique a mais nos links. E você o que achou?
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Tomei conhecimento do tema BloxPress 2.0 desenvolvido em AJAX por Kjell Bublitz e fiz sua instalação no VICHE. Trata-se de um excelente trabalho e em constante aperfeiçoamento pelo autor, como se pode depreender do fórum construído especificamente para discutir o tema. Para vê-lo em funcionamento selecione-o na barra lateral de navegação na aba Temas.
BloxPress é um tema totalmente modular e altamente extensível. O nome escolhido para o tema é decorrência da maneira como ele trabalha. No lugar de ter barra de navegação (sidebar) estática é utilizado o conceito de blocos – pequenas partes de conteúdo – que podem ser arrastados (drag-and-drop), fechados, minimizados e adicionados, de modo a permitir que você defina como deseja visualizar o Blog.
Utiliza as mais recentes tecnologias em desenvolvimento Web – Bibliotecas JavaScript Prototype, Behaviour e Script.aculo.us – visando fornecer o máximo de compatibilidade.
A configuração default do tema pode ser vista na página demo disponibilizada por seu autor. Compare com a exibida no VICHE e observe que foram introduzidas várias modificações com a criação de novos blocos, posicionamento diferenciado dos blocos fornecidos e uma parte estática na barra lateral direita.
É necessário ainda fazer alguns ajustes mas já dá para você se divertir. Melhor visualizado em 1024 x 768 ou superior em função de imagens que utilizo no blog com comprimento superior à 400 pixels.
Observação: Por enquanto o menu add blocks funciona corretamente apenas no Firefox, entre os testados por mim.
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Eventualmente tenho sido questionado sobre como incluir páginas no WordPress 2.0. Mais especificamente, como incluir um formulário para contato no Blog ou uma página About (Sobre).
As explicações a seguir tomam como base essas questões de ordem prática mas se aplicam a qualquer outra página com essas características, ou seja, que necessitem de um template (veja a seguir) como no caso do formulário, ou da escrita de um texto digitado como se faz com um post, como na página Sobre.
Um template para o WP nada mais é do que um programa em PHP. O que diferencia o template de um programa comum são as suas linhas de código iniciais, que permitem ao WP identificá-lo como tal e assim poder ser utilizado no seu Blog quando se fizer necessário. Veja, por exemplo, as do formulário de contato:
<?php
/*
Template Name: contact
*/
?>
Para os fins do que aqui será tratado os templates devem estar localizados na pasta de seu tema (/wp-content/themes/nome_do_seu_tema/).
Os templates, se existem, podem ser visualizados no menu Escrever >> Escrever Página do Painel de Administração na coluna direita sob o rótulo Modelo de Página. O tema BLIX, o adotado pelo VICHE, possui os templates archives e contact, além do padrão do WP, conforme indicado na figura abaixo:
O Título Curto (para URIs) é utilizado para o link da página, em substituição ao seu título, desde que o seu Blog tenha os seus permalinks customizados como Date and name based, como você pode verificar passando o mouse sobre o link CONTATO localizado no topo do VICHE. Se a customização for a Default a página é identificada como endereço_do_Blog/?page_id=número_da_página. Para saber como seus permalinks estão customizados veja o menu Opções >> Permalinks no Painel de Administração.
A observação acima foi colocada porque já vi alguns temas que não usam a função get_page_link($page_id) do WP para referenciar as páginas, implicando na necessidade de fazê-lo manualmente.
Após a breve e simples definição de template e as explicações colocadas, o processo para incluir a página contato, ou outra como a archives, torna-se bastante simples. Veja os passos:
A figura ilustra o resultado dos passos acima para a página contato:
Se o seu tema, como é o caso do BLIX, monta automaticamente os links que referenciam as páginas, nada mais é necessário além do template contact.php armazenado na pasta wp-content/themes/nome_do_tema como dito anteriormente.
Já para o tema Modern World, por exemplo, que não adota no programa header.php, onde se encontra a sua barra de navegação, o referenciamento automático, é suficiente aplicar o procedimento antes explicado:
<div id="navigation">
<a xhref="<?php bloginfo('url'); ?>">Home</a>
<a xhref="<?php echo get_page_link('2'); ?>">About</a>
<a xhref="http://www.blogviche.com.br/#" mce_href="http://www.blogviche.com.br/#">Blog</a>
<a xhref="http://www.blogviche.com.br/#" mce_href="http://www.blogviche.com.br/#">Portfolio</a>
<a xhref="http://endereço_do_blog/?page_id=20">Contato</a>
</div>
onde é considerado que o id da página é 20. Alternativamente, pode-se adotar o formato indicado na âncora About substituindo ‘2′ por ‘20′. O id da página pode ser obtido no menu Gerenciar >> Páginas.
O programa contact.php foi testado por mim com vários temas e funcionou perfeitamente em todos eles, havendo necessidade de pequenos ajustes, em alguns casos, para a exibição correta do formulário. Se for do seu interesse faça o download.
No caso do uso do template archives.php os procedimentos são os mesmos, não havendo necessidade do passo 3.
A diferença ocorre apenas no passo 4 acima onde em Modelo de Página deve ser selecionado o Modelo Padrão: (veja a primeira figura). E claro, a âncora deve ser a correspondente à pagina como indicado no código acima.
Como uma das solicitações de auxílio, para inclusão da página contato, se referia ao tema Modern World, forneço, a título de ilustração, as alterações (indicadas em negrito) que precisam ser efetuadas para que o formulário seja exibido de forma adequada com este template:
<!-- /content -->
<?php get_sidebar(); ?>
<?php get_footer(); ?>
</div>
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Utilizo alguns plugins no VICHE – relacionados no final do artigo – e tive que pesquisar para entender como funcionam e como são instalados no Blog.
Nesta matéria compartilho com vocês minha experiência e o que aprendi sobre os plugins para o WordPress (WP), a aplicação que publica o VICHE.
Plugins são, em uma definição bem simples, ferramentas que acrescentam funcionalidades a uma aplicação.
Como exemplo, observe que no final de cada artigo publicado no Blog existe um ícone de uma impressora. Trata-se de um plugin que acrescenta ao WP (e por tabela, ao VICHE), a funcionalidade que possibilita a impressão deste e dos demais artigos.
Em User:Matt/2.0 Plugin Compatibility você pode ver a lista completa dos plugins compatíveis com a versão 2.0 do WP. São Plugins testados e, portanto, o lugar ideal para você buscar aquele de que necessita.
Como regra geral, a instalação de plugins é um processo sem muitas complicações.
Consiste, na maioria dos casos, pelo menos das seguintes etapas básicas, salvo algumas exceções, que devem ser executadas para se ter a sua funcionalidade plena:
Variações podem ocorrer, mas os autores dos plugins fornecem informações no site, em arquivos de instalação ou no próprio corpo do plugin, que definem claramente em qual programa do tema e onde deve ser colado (ou digitado) o bloco de instruções, bem como, se é o caso, etapas adicionais não listadas acima.
Utilizaremos como exemplo o WP-OnlineCounter, de Jan Grewe, para explicar, em detalhes, as funcionalidades e os procedimentos de instalação de um plugin.
Você pode ver este plugin funcionando aqui no VICHE, na coluna de navegação, sob o título denominado Visitantes, onde são exibidas informações sobre:
As etapas básicas são requeridas e não tem nenhum “bicho de sete cabeças” no processo de instalação. Observe nas instruções abaixo que, neste caso, não é especificado onde o código PHP deve ser colocado.
Isto porque é deixado para você a decisão de definir em quais páginas do Blog as informações acima descritas devem ser mostradas. Ou seja, em quais páginas o plugin deve cumprir plenamente as funcionalidades (Online Counter) para as quais foi idealizado.
No VICHE, o código PHP foi colado no final do arquivo sidebar.php (antes da tag de fechamento da div) de modo a ser exibido e a contar os acessos feitos a qualquer página do Blog.
Acrescento que a contagem é feita por visita e não pelo número de páginas acessadas durante essa visita. O controle é feito pelo plugin com base no endereço IP do visitante.
== Installation ==
// Open wp-content/plugins folder
Put:
=============================================
wp-onlinecounter.php
=============================================
add this to your template where you want the counter to show up:
=============================================
<?php if(function_exists(wp_onlinecounter)) { wp_onlinecounter(); } ?>
=============================================
if you want to include the counter on a page but DON'T
want to show the output put 'hide' into the function's
brackets.
A observação no final das instruções fornece a maneira de não se exibir as informações na página, mas mantendo as contagens de visitantes. Para isto, basta substituir wp_onlinecounter() por wp_onlinecounter(“hide”).
Apesar de não estar especificado nas instruções de instalação, esse plugin cria automaticamente, no ato de sua ativação, uma tabela no banco de dados do WP e um menu no Painel de Administração >> Acessórios para sua configuração e exibição dos dois últimos contadores mencionados, bem simples e que você pode ver na figura abaixo a título de ilustração:
O programa principal do plugin em questão (wp-onlinecounter.php) “baixado” na pasta wp-content/plugins tem, em seu início como os demais, informações padronizadas que permitem ao WordPress identificá-lo como tal e listá-lo no menu Acessórios no Painel de Administração. Se você é curioso dê uma “espiadinha” nos seus.
<?php
/*
Plugin Name: WP-OnlineCounter
Version: 0.8
Plugin URI: http://faked.org
Description: Online and Total visitors counter
Author: Jan Grewe
Author URI: http://faked.org
*/
...
?>
E, se por alguma razão, o plugin não funcionar da forma esperada? A primeira medida e desativá-lo no mesmo menu em que você fez a ativação, e tudo volta ao que era antes. Os procedimentos ativar e desativar plugins são bastante seguros. Na eventualidade de falha renomeie o programa principal do plugin na pasta wp-content/plugin.
Mesmo assim, em alguns casos – até acho que deveriam ser em todos -, instalo, primeiro, o plugin em uma área que mantenho no meu computador para os testes e possíveis ajustes. Não custa lembrar que o Blog encontra-se no “ar”.
Se é importante ter o plugin funcionando em seu Blog, tente resolver possíveis problemas sómente se tiver conhecimento para tal, e caso contrário, recorra a um Fórum de Discussão ou a um amigo que tenha a expertise necessária para auxiliá-lo. Recomendo o Fórum Portal Wordpress, em Português, como uma das alternativas.
Você pode também obter ajuda lendo os comentários no Blog do autor do plugin (normalmente em inglês), pois existe uma boa probabilidade de um dos leitores ter passado pelo mesmo problema e a solução estar por lá também. Mesmo que não esteja, deixe um comentário e coloque o problema.
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