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Desde 24/01/2010 o domínio nghorta.com encontra-se no status “Expired”, como muitos já devem, certamente, ter percebido.
O “dono” ou quem pelo menos controla e tem acesso ao domínio, é a empresa Terra Networks do Brasil, que presumivelmente comprou a InsideHost, com quem originariamente registrei o nghorta.com.
Todo ano, a renovação do domínio é um parto forçado, e bota forçado nisso. Essa empresa tem um comportamento atípico – que, diga-se, era o mesmo adotado pela predecessora – no que tange aos procedimentos vigentes nas relações comerciais. Ou seja, é normal que o credor cobre e envie o boleto de pagamento antes do vencimento. Nesse caso o devedor – euzinho – pede, pede e pede o boleto e eles só enviam, quando enviam, após o seu cliente – euzinho novamente – estar estressado.
O porque do “quando enviam”, Ticket » AHS-118156 – tenho cópia em meu poder -, referente à renovação do domínio no ano passado, é que até hoje não recebi o boleto apesar do Sr. Khallil Kalheb Faliak, funcionário da empresa, ter me ligado, ocasião em que ficou ajustado a renovação por dois anos, portanto, até 2011.
Fizeram, de fato, a renovação até 2011. Fiquei, na época, e continuo, devedor, não porque quisesse ou queira mas por falta do envio do instrumento para quitar a dívida por parte da empresa, apesar dos apontamentos registrados no Ticket mencionado acima, solicitando o boleto. E, não é que cancelaram o domínio sem nenhuma comunicação, nenhuma conversa e nenhum acerto!!!
Estou, ainda, tentando solucionar o problema através de outro Ticket aberto no dia 24 próximo passado. Enquanto isso, alternativamente, migrei o blog para o endereço http://www.blogviche.com.br e com novo layout.
A razão desse post, além de alertar possíveis futuros clientes da Terra Networks, é o de comunicar e dar satisfação a pelo menos aos leitores que assinam meus feeds e, ao mesmo tempo, solicitar que divulguem o novo endereço. Desde já meus agradecimentos.
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Para não perder o costume, dessa vez até que demorou um tanto, o blog está de cara nova. A partir do tema Classic simulei visualmente o painel de administração do Wordpress 2.8.
Inclusive, para quem conhece, foi implantado os efeitos do painel nos menus Páginas, Categorias e Arquivos ao se clicar em qualquer um de seus links.
Se você não vê nenhuma mudança no layout será necessário excluir os cookies do meu domínio em seu navegador iniciados com wptheme.
Fico, desde já, agradecido sobre o aviso de qualquer ocorrência de erro e de sugestões de melhorias do novo layout.
Aproveito para informar que instalei o WP 2.8 e que o plugin sidebarTabs está em fase final de elaboração para essa versão e apresentado na parte inferior da sidebar esquerda.
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Por solicitação da tecelã Maria Jaci Alves de Goiânia, o Gerador de Padrões foi alterado para exibir, além do padrão propriamente dito, o código repasso sob a forma de uma “tira de papel” com quatro pautas ou linhas, nas quais figura uma série de tracinhos verticais.
Esse formato é o utilizado no Triângulo Mineiro para orientar tanto a passagem dos fios do urdume nos liços como a sequência de pedalagem. Para maiores detalhes veja o artigo Tecelagem Popular no Triângulo Mineiro.
O plugin em questão, conforme prometido, já está disponível na página Downloads.
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Tenho recebido solicitações, não muitas é verdade, para disponibilizar o download dos experimentos publicados no Viche. Por essa razão criei uma página que pode ser acessada através do link de mesmo nome exibido na barra horizontal superior de navegação.
A página foi criada com o auxílio do plugin WP-DownloadManager 1.30 para WordPress 2.5.x de Lester ‘GaMerZ’ Chan.
Início com o aplicativo questionarius que foi objeto deste post.
Na página de download você encontrará um link de acesso ao demo do aplicativo e outro com sua descrição geral e os procedimentos de instalação.
Em breve será disponibilizado um plugin para o WP que tem como função publicar os questionários cadastrados no aplicativo.
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Nota publicada por solicitação da autora e amiga Rita de Cássia Marinho.
Você sabia…?
Que a nossa Alma possui uma missão na vida e somente conseguirá cumpri-la através das virtudes?
Que a personalidade e a Alma precisam estar em constante equilíbrio para que a delicadeza, a firmeza, a coragem, a constância, a sabedoria, a alegria e outras tantas características da personalidade se manifeste e ajude a Alma a realizar sua tarefa?
Que quando a personalidade não age de acordo com a Alma ocorre um desequilíbrio e a Alma murcha e destrói-se? E… é assim que acontece a doença: primeiramente à nível energético, e depois no corpo.
Foi o Dr. Edward Bach quem disse isso. Ele descobriu que as flores têm propriedades iguais às da Alma e quando ingeridas são capazes de melhorar o equilíbrio entre a Alma e a personalidade. A terapia das flores é chamada de floral e recebe o nome dos seus pesquisadores.
Os florais de Bach podem ser tomados por qualquer pessoa e não tem contra indicação. Você pode fazer uma consulta personalizada se morar em Brasília DF.
O telefone é 61-3341.4636 após as 18 horas ou 61-8485.2463 de segunda à sexta-feira.
Para variar, o blog mais uma vez está de “cara” nova. Espero que este tema permaneça por um tempo maior e que seja do agrado dos leitores do Viche.
O Viche Google Chart é um aplicativo que se encontra em processo de desenvolvimento com o framework ExtJs e uso da API do Google. A menos de alguns detalhes ele já pode ser utilizado para gerar gráficos de barra, pizza , linha e scatter.
Um exemplo de gráfico gerado com o auxílio do aplicativo pode ser visto na nota seguinte e outros no próprio aplicativo.
Nos últimos meses tenho atuado de forma totalmente oposta às recomendações propagadas na Web para que o blog se mantenha ou até cresça com referência ao número de visitas.
Tenho escrito muito pouco e respondido, idem, aos comentários dos meus leitores. Duas das regras difundidas pelos entendidos no assunto que, em princípio, deveriam causar um estrago “danado” à imagem do blog.
Apesar da importância das regras mencionadas, é óbvio – e todos sabem disso – que o fator determinante para que ocorra, até naturalmente, o crescimento de visitas deva-se mais à qualidade do que à quantidade do que é escrito.
Eliminando-se esse fator e considerando-se as regras não seguidas o que apontam os indicadores é bastante favorável. Veja, no gráfico, que nos três primeiros meses de 2008, em relação ao mesmo período de 2007, houve um crescimento significativo no número de visitantes únicos e no número total de visitas, com o recorde batido em março último quando foi atingida a marca de 67.210 visitas. O mesmo, afirmo, mas não mostro aqui, ocorreu com os comentários dos leitores e com a taxa de transferência – tráfego de 23.29 Gb em março passado.

Observação: O gráfico foi construído com base nos dados gerados pelo Awstats através do aplicativo Viche Google Chart (veja nota anterior).
Os números refletem, ainda, que o retorno de leitores ao blog também aumentou: de aproximadamente 3.000, 4.000 e 5.000 para 5.000, 7.000 e 12.000, respectivamente, nos três primeiros meses dos anos de 2007 e 2008. Indicativo (e é?) de que há uma tendência de crescimento na fidelização dos clientes do blog.
Porém, tenho consciência de que tudo que foi mencionado se deve basicamente ao “motor” do blog, os posts de matemática – os mais visitados e comentados -, uma vez que existe potencialmente um grande número de leitores dos ensino básico, fundamental e médio que podem chegar de alguma forma até aqui. Inclusive, observa-se facilmente no gráfico que nos períodos de férias ou próximos há uma queda acentuada no número de visitas.
Certamente os indicadores poderiam ser melhores se estivesse cumprindo com as regras mencionadas inicialmente.
De qualquer forma ainda estou na luta, a lá Rubinho, mas estou. Até o próximo grande prêmio, ops!, post.
Hoje, por curiosidade, resolvi fazer uma varredura no blog para rever artigos publicados há mais de ano. E, para minha surpresa, me deparei com uma insólita situação: as imagens da grande maioria desses artigos não estavam sendo exibidas.
Numa situação assim, a primeira coisa que vem a mente é, e agora José f….? Como vou fazer para recuperar as tantas fórmulas e explicações matemáticas entre outras utilizadas em formato de imagem no blog?
Os artigos em questão foram digitados no bom e velho Writely, hoje conhecido como Google Docs, e assim, as imagens foram armazenadas por lá.
Pode ser que as explicações a seguir, utilizadas para solucionar o meu problema, não sirvam para auxiliar nenhum outro cristão, porque não tenho como precisar a data em que o mesmo ocorreu e todos já tenham efetuado as correções, até de uma forma mais simples. De qualquer modo vamos em frente.
Depois de muito “puxa e estica” que não vem ao caso aqui detalhar, verifiquei que as imagens com problema estavam com o seu src escrito na forma:
http://www.writely.com/File.aspx?id=bchpkxbf3rmrw
e que quando clicava com o botão direito do mouse no FF e pedia para exibí-las ocorria o erro HTTP 404 e os endereços eram apresentados no formato:
http://docs.google.com/File.aspx?id=ah94q9n662k5_bchpkxbf3rmrw
Como já havia verificado no Google Docs que uma nova imagem ao ser insirida tinha o mesmo padrão acima com exceção do .aspx, retirei este “pedaço” da url do browser, executei e “pimba” (“bingo” para alguns).
E mais, que a string ah94q9n662k5 antes do underline era sempre a mesma, um indicativo de que esta seja (ou não) a minha identificação no Google Docs. A segunda string, claro, é a identificação da imagem.
Daqui pra frente foi o trabalho braçal de substituir, no atributo src de cada imagem dos artigos, o “pedaço” em negrito:
http://www.writely.com/File.aspx?id=bchpkxbf3rmrw
por:
http://docs.google.com/File?id=ah94q9n662k5_bchpkxbf3rmrw
É isto. Se mesmo assim, você ainda detectar o problema em algum post por favor avisa aí, ok.
Após muito tempo na versão 2.0.2 do WP “arrisquei-me” a dar um salto direto para a versão 2.2.3.
Para isso fiz uso do plugin InstantUpgrade 0.2, de Alex Günsche, que se mostrou extremamente eficaz, apesar dos procedimentos de permissões de gravação – chmod 0777 - exigidos, mas que foram facilitados pelas mensagens de erros, por que não dizer instruções, fornecidas durante o processo. Para alterar as permissões utilizei a extensão do FF FireFTP 0.97.1, criada por Mime Čuvalo.
Pelas checagens feitas me parece que tudo transcorreu muito bem. No entanto, pediria a colaboração dos leitores do Viche para que informassem, via formulário de contato ou de um comentário, eventuais problemas.
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Alguns autores de blog, e com certa frequência o Cardoso, do Contraditorium, têm escrito sobre o fato da enorme maioria dos visitantes não passar da leitura do primeiro parágrafo de um artigo e às vezes, nem isso, para a partir daí escreverem comentários sem sentido ou fora de contexto, numa clara demonstração de analfabetismo funcional, recentemente confirmada por pesquisa do IBOPE.
Com o objetivo de sondar que nem a leitura é feita por essa enorme maioria, publiquei dois posts com questionários contendo exercícios propostos/resolvidos de Matemática que podem ser respondidos online e com o devido controle do número de respostas consignadas:
A quem interessar, os links de acesso aos questionários Q1 – este com as modificações indicadas no último parágrafo – e Q2 encontram-se no final do post.
Como se vê, o contexto em que o exercício de sondagem ocorre é bem específico, e, é de se supor, com um grau significativo de certeza, que quem chegou aos posts estava interessado no assunto abordado.
Para minha surpresa (oh!), apesar do post que contem Q1 ter sido publicado seis dias antes e ter uma visitação superior a duas vezes ao de Q2, o número de leitores que responderam Q1, ou para sermos mais precisos, que clicaram no botão enviar dos questionários, é nitidamente inferior, em termos absolutos e relativos, aos que fizeram o mesmo com Q2.
Veja concretamente os dados no momento da publicação deste post:
A partir dos dados apresentados – onde se deve considerar que estão embutidos as visitas dos famosos robots – não se pode inferir com certeza absoluta que a causa da baixa ocorrência de respostas de Q1 se deva aos pressupostos inicialmente colocados.
Mas, convenhamos, caracteriza um sintoma, até certo ponto com um grau de malignidade elevado, ainda mais se é agregado o fato de que as estatísticas do blogViche não apontam cliques significativos no link disponibilizado em Q1.
Ou seja, uma conclusão viável é que a baixa ocorrência pode significar que os visitantes ao não se depararem com os exercícios de imediato, não lêem o texto e portanto não abrem sequer o questionário.
Ou, por outro lado, que os públicos dos questionários apresentem características diferenciadas (idade, nível de escolaridade, por exemplo) que influam diretamente na distorção apontada, ou, até mesmo, que as questões formuladas são menos interessantes para o publico de Q1.
Mas independentemente dessas colocações, o que fazer para, pelo menos, tentar aumentar o grau de confiabilidade da sondagem na direção inicialmente apontada? Penso que publicando novamente Q1 da mesma forma que feito para Q2 e acompanhar o comportamento do “novo” questionário e voltar a comparar.
É óbvio que o exercício pode, simplesmente, resultar em nada conclusivo, mas que o fato me pareceu estranhamente inconsistente, vá lá, pareceu, e penso merecer a tentativa da investigação.
Não espalhem, mas o “novo questionário” já se encontra no ar. Apenas coloquei o questionário Q1 “aberto” no início do post e mantive o texto original logo abaixo.
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Que negócio é esse? Nas palavras do próprio autor John Forkosh:
MimeTex, licenciado sobre GPL, permite que você facilmente introduza fórmulas matemáticas em LaTex em suas páginas html. Ele analisa uma expressão matemática em LaTeX e imediatamente exibe uma imagem gif correspondente… E mimeTeX é um pequeno programa inteiramente independente que não usa TeX ou suas fontes de nenhuma forma. MimeTex é um CGI que você instala em seu site no diretório cgi-bin, sem nenhuma outra dependência. Assim, mimeTeX é muito fácil de instalar e igualmente fácil de usar. Apenas substitui uma tag html <img /> em seu documento em qualquer lugar que você deseja ver a expressão LaTeX correspondente. Por exemplo:
<img xsrc="../cgi-bin/mimetex.cgi?f(x)=\\int_{-\\infty}^xe^{-t^2}dt" alt="" border="0" style="vertical-align:middle;" />gera a imagem gif abaixo:
O LaTeX, originalmente desenvolvido por Leslie Lamport, é um macro pacote que habilita autores a escrever e imprimir seus trabalhos com grande qualidade tipográfica. Utiliza a engine TeX criada por Donald E Knuth, em 1977, cujo principal objetivo é escrever textos científicos e fórmulas matemáticas.
Um pequeno problema é que a sintaxe do LaTeX, considerando-se os padrões estabelecidos pela W3C, geram “warnings” em função das barras invertidas – backslashes – utilizadas na URI da imagem.
Tentei solucioná-lo instalando a modalidade do plugin LatexRender relacionada ao uso do MimeTeX, que tem um comando que gera e grava as imagens correspondentes em formato .gif em um diretório ou pasta no seu domínio e as utiliza para exibir nos posts – o que eliminaria os “warnings” mencionados.
Mas, para fazer isso é necessário que o modo de segurança (safe mode) do PHP esteja desabilitado, uma vez que ele executa o comando através da função system(). Não é o caso do meu host de hospedagem.
Diante do dilema – será? – optei, mesmo assim, por utilizar o MimeTeX e o plugin LatexRender considerando-se que o ganho de qualidade e clareza nos textos matemáticos são bem mais importantes para o Viche e seu autor. Outra característica do plugin é criar, mesmo que não resolva totalmente, a possibilidade das fórmulas serem acessível aos deficientes visuais, uma vez que as instruções LaTeX são colocadas no atributo alt.
Além do mais o plugin facilita a vida, uma vez que para escrever uma fórmula é suficiente colocá-la entre as tags [tex ]…[/tex ] – sem os espaços em branco – e ele se encarrega de montar a tag <img /> conforme indicado anteriormente.
Assim, o exemplo inicial pode ser escrito como:
[tex ]f(x)=\\int_{-\\infty}^xe^{-t^2}dt[/tex ]
para se obter o mesmo resultado – lembre-se de tirar os espaços em branco, ok!.
Essa funcionalidade foi adicionada aos comentários do blog. Um exemplo de seu uso você pode ver nos comentários do artigo Curiosidade Matemática #8 – Tem Algo de Errado. Mas, tem um claro incoveniente para o leitor usá-la: conhecer LaTeX :-).
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