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No desenvolvimento do tema foram utilizados:
A versão atual do plugin é a 1.5 e a substituição da anterior por esta não apresentou o mesmo comportamento obtido no tema, devido, certamente, a novas características implementadas por seu autor.
O uso da versão 1.3 se justifica, no meu caso, por já tê-la aplicado na construção do menu do site da empresa na qual trabalho. Creio que não haja grandes dificuldades para a migração.
Por fim, um fato a ser observado é que se você utiliza outra biblioteca, como a prototype, por exemplo, é necessário substituir no arquivo accordion.js o “$” por “jQuery” para evitar possíveis conflitos. O arquivo com a alteração mencionada é disponibilizado no final do post para download juntamente com a biblioteca jQuery.
Primeiro foi incluído o código abaixo na tag head do arquivo header.php.
<script type="text/javascript" src="<?php bloginfo('url') ?>/pasta_do_arquivo/jquery.js"></script>
<script type="text/javascript" src="<?php bloginfo('url') ?>/pasta_do_arquivo/accordion.js"></script>
Em seguida inserido, ainda na head, o código abaixo para criar as instâncias Accordion da sidebar a partir da lista não ordenada #theMenu e do conteúdo do blog a partir da div #conteudo, que são iniciadas quando a página é carregada. Para quem não sabe o jQuery().ready é equivalente ao window.load.
<script type="text/javascript">
jQuery().ready(function(){
// applying the settings
jQuery('#theMenu').Accordion({
header: 'h2.head',
alwaysOpen: false,
animated: true,
showSpeed: 400,
hideSpeed: 800
})
});
jQuery().ready(function(){
// applying the settings
jQuery('#conteudo').Accordion({
header: 'h2.head',
active: false,
alwaysOpen: false,
animated: true,
showSpeed: 400,
hideSpeed: 800
});
});
</script>
A opção header indica o seletor onde se iniciam os conteúdos de cada item a ser (ou não) exibido de acordo com o que é clicado pelo usuário, o evento default do plugin. O evento “click” pode ser alterado acrescentando-se a opção event: ‘mouseover’, por exemplo.
A opção alwaysOpen é setada como false de modo a evitar que sejam executados os permalinks existentes nos títulos dos posts, não retirados do tema, e fazer com que o conteúdo seja exibido na mesma página. Na sidebar não surte nenhum efeito pois o tema não possui links em seus itens.
As três últimas opções – animated, showSpeed e hideSpeed – são auto-explicativas.
Na parte de conteúdo do blog foi utilizada a opção active: false, para a instância Accordion correspondente, para que nenhum artigo fique aberto quando a página estiver totalmente carregada. Por default é aberto o primeiro filho (item 0) da instância. Caso necessite abrir o item 6 do menu como default, por exemplo, use:
<script>
jQuery().ready(function(){
jQuery('#theMenu').activate(5);
});
</script>
Parte da estrutura da sidebar do tema pode ser vista aqui e fornece a idéia de como ela foi construída.
Note que não tem nenhum mistério. Ressalvo apenas o uso do h2 com o em de modo a permitir a colocação do ícone com o ponto de exclamação no ínicio dos títulos e o sinal de + ou – à direita.
<h2 class="head"><em><a href="javascript:;">Posts de Matemática</a></em></h2>
Suponho que a maioria dos temas tenham essa estrutura na sidebar, infelizmente não era o meu caso, o que implicou em alterações nas folhas de estilo, mas nada que não tenha sido resolvido tranquilamente :-).
Por fim nos programas do tema que envolvem conteúdo proceda como indicado abaixo, onde é exibido um trecho da index.php.
<?php get_header(); ?>
<div id="content">
...
<div id="conteudo">
...
<h2 class="head"><a href="<?php the_permalink() ?>" title="Permalink"><?php the_title(); ?><a></h2>
...
</div>
...
</div>
Se você ainda não observou foram adicionados alguns efeitos especiais. Por exemplo, ao clicar em uma das categorias do blog, ao exibir a página o menu correspodente permanece aberto. Tal efeito é obtido colocando-se o código abaixo no programa footer.php do tema.
<?php if (is_category()) { ?>
<script>
jQuery().ready(function(){
jQuery('#theMenu').activate(1);
});
</script>
Isto posto, diga o que você achou levando-se em conta, também, questões de acessibilidade entre outras.
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É a operação que tem por fim determinar uma fração que contenha todas as unidades e partes de unidades de várias parcelas de mesma natureza.
Entende-se por mesma natureza as frações que exprimem as mesmas partes da unidade, ou seja, que tenham o mesmo denominador, também conhecidas como homogêneas (2/8, 3/8 e 5/8 é um exemplo de tais frações).
Distinguem-se três casos na adição de frações.
A1. Soma ou adição de frações homogêneas ou de mesmo denominador.
Como fazer – Somam-se os numeradores e conserva-se o denominador comum.
Exemplo:
Como o denominador representa em quantas partes a unidade foi dividida, lembram-se, basta, para obter o número das partes, somar os numeradores.
Na figura a seguir temos uma pizza – prato comum em Brasília – servida para você e um amigo dividida em oito partes iguais (faça um esforço!). Se você come dois pedaços e seu amigo três, os dois juntos consumiram cinco partes em oito, ou seja, cinco oitavos da pizza.

A2. Adição de frações que não têm o mesmo denominador comum (frações heterogêneas).
Inicialmente, atente que não podemos somar quantidades de “coisas” diferentes e expressar o resultado em uma dessas “coisas”. Clareando: não podemos somar 5 maçãs e 3 bananas e dizer que o resultado é 8 maças ou 8 bananas.
Assim para somar frações heterogêneas é necessário, primeiro, transformar cada parcela nas mesmas partes da unidade, isto é, em frações que tenham o mesmo denominador comum.
Em resumo:
Como fazer – Para somar frações que não tenham o mesmo denominador, é preciso reduzi-las ao mesmo denominador e aplicar, então, a regra do primeiro caso A1.
Exemplo: Somar as frações 2/3, 5/8 e 1/6.
Utilizando-se da regra 2 de redução de frações ao mesmo denominador comum (veja a Parte II), temos que o mmc(3,6,8) = 24 e:
A3. Somar números mistos.
Como fazer:
Exemplo: Somar os números mistos e
, pelo método 1. E você resolve pelo método 2, ok :-).
Pelo dito no método 1, temos:
É a operação que tem por objetivo tirar de um número dado todas as unidades e partes da unidade de outro número de mesma natureza.
Observação: No que se segue não serão considerados os casos em que o minuendo é menor do que o subtraendo, pois requer o conhecimento da teoria dos números relativos. Mas as regras em si permanecem válidas para quem é detentor do assunto.
Da mesma forma que na adição temos três casos que se distinguem na subtração.
S1. Subtração de duas frações com o mesmo denominador.
Como fazer – Subtrai-se o numerador da menor do numerador da maior e conserva-se o denominador comum.
Exemplo:
S2. Subtração de duas frações que não têm o mesmo denominador.
Lembrem-se, como colocado para a adição, que somente podemos subtrair quantidades de mesma natureza.
Como fazer – Da mesma forma que na adição, para se obter a subtração de frações heterogêneas, é preciso, primeiro, reduzi-las ao mesmo denominador, e, então, aplicar o caso S1.
Exemplo:
S3. Subtração de números mistos
Exemplo (método 2): Convertendo os números mistos dados na subtração para frações impróprias:
E reduzindo ao mesmo denominador comum – mmc(3,5)=15:
A multiplicação de frações é a operação na qual partindo-se de duas frações dadas se obtem uma terceira que corresponde ao produto das duas anteriores.
M1. Multiplicar uma fração por outra.
Como fazer. Para se multiplicar uma fração por outra, multiplicam-se seus numeradores para obter o numerador da fração produto e seus denominadores para obter o denominador da fração produto.
Exemplo:
Observação: Para se multiplicar um inteiro por uma fração ou uma fração por um inteiro basta multiplicar esse inteiro pelo numerador da fração ou o numerador da fração por esse inteiro. É só notar que um numero inteiro pode ser representado por uma fração cujo denominador é um, por exemplo, 5 = 5/1, e chegamos no caso M1, em que o denominador não se altera uma vez que é multiplicado por um.
M2. Produto de várias frações: É o resultado obtido multiplicando a primeira fração pela segunda; depois este produto pela terceira, e assim sucessivamente, até a última fração.
Observe que o produto de frações se faz da mesma forma que o produto de números inteiros e que o resultado, no caso das frações, é obtido pela aplicação repetida do caso M1.
Como fazer – Multiplicam-se os numeradores entre si para obter o numerador do produto e os denominadores entre si para obter o denominador do produto.
Exemplo:
Os cálculos acima poderiam ser simplificados, suprimindo-se os fatores comuns ao numerador e ao denominador, antes de efetuá-los, como indicado a seguir:
Divisão de frações é a operação que tem por fim, dadas duas frações, dividendo e divisor, achar uma terceira, o quociente, tal que multiplicada pelo divisor, reproduza o dividendo.
D1. Dividir uma fração por um inteiro
Como fazer – Para se dividir uma fração por um inteiro multiplica-se o denominador pelo iinteiro.
Exemplo:
D2. Dividir um inteiro por uma fração.
Como fazer – Multiplica-se o inteiro pela fração invertida.
Exemplo:
D3. Dividir uma fração por outra.
Como fazer – Multiplica-se a fração do dividendo pela fração do divisor invertida. Em outras palavras conserva-se a primeira (dividendo) e multiplica-se pelo inverso da segunda (divisor).
Exemplo:
Elementos de Aritmética, Curso Superior – Para o curso colegial e admissão às escolas superiores, do Irmão Isidoro Dumont, Coleção de Livros Didáticos F. T. D, publicado em 26/10/1945.
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