Muito sobre Matemática e nem tanto sobre CSS, PHP, AJAX, Javascript, Wordpress e outros assuntos

Arquivos: dezembro, 2006

31
dez

Uma excelente notícia neste final de ano de 2006 foi a decisão tomada pelo Maurício Samy de reativar o Zen Garden do Maujor.

Esse foi o caminho utilizado por mim quando iniciei meus estudos com CSS para por em prática a teoria sobre o assunto que também se encontra disponibilizada, em forma de tutoriais, no site do grande mestre.

Como sou fã de carteirinha dessa modalidade de exercício como meio de aprendizagem, reforço o convite do Maurício para você participar e ter seu tema publicado. Não sei quais os critérios a serem adotados, com a reativação, para que o fato ocorra.

Posso apenas dizer que na versão anterior não era levado em conta o design o que abria a oportunidade aos iniciantes em CSS de participar. Tenho quatro temas publicados e, se você quiser verificar, estão por lá (quase todos, acho) por pura complacência ou como forma de incentivo do Maurício. Independente de qual tenha sido a razão só me resta agradecer.

Mesmo que as regras tenham mudado, penso não ser o caso, recomendo fortemente que os iniciantes (ou não) ponham a “mão na massa” e utilizem o instrumental disponibilizado para aprender (ou exercitar seu potencial artístico). E neste sentido você só tem a ganhar.

Parabéns Maurício e conte comigo e com o Viche para que o Zen Garden do Maujor permaneça no ar.

[Atualização: 02/01/2007] E tem mais, o Maurício está promovendo um Desafio – Redesign do tema padrão do Zen Garden do Maujor, com prêmios para os três primeiros colocados, até o instante desta atualização. Para saber mais detalhes clique no link acima. Eu já enviei minha colaboração ao desafio: o tema Card Games. E você não vai enviar a sua?

Categoria : CSS | Informativo | Notícias Expressas | Blog
30
dez

Poemeu de rima pobre, reconheço, e longe (e, bote longe nisso!) de um poeta da estirpe de Vinícius de Moraes entre tantos outros poetas brasileiros.

Mas, você há de concordar comigo (olhe com boa vontade, por favor!) que se trata, pelo menos, de uma forma diferente de manifestação de votos de passagem de ano.

Além do que já agreguei valor cultural com a indicação da lista dos poetas brasileiros e some-se, ainda, a definição do significado da palavra acróstico, extraída da Wikipédia, a seguir.

Os acrósticos são formas textuais onde a primeira letra de cada frase ou verso formam uma palavra ou frase. Podem ser simples, com frases ou palavras que não tenham ligação entre si ou podem mesmo ser o encerramento de uma poesia.

Agora a minha obra prima, que deve ser lida com o espírito total de boa vontade reinante nos dias de festas de Ano Novo:

Boas festas e Feliz Ano Novo!
Leitores e Blogueiros que por aqui já vieram ou venham navegar.

Os votos de conquistas e realizações,
grato, o Viche tem mais é que lhes desejar.

Voltem em 2007, e sempre,
inclusive para ler, discutir e
comentar.

Honrado, certamente, o Viche há de ficar.

E muita, muita cautela na hora de “bebemorar”.

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24
dez

Em fevereiro de 2006, quando ainda não conhecia nada de AJAX, escrevi o artigo Simulando AJAX?, onde usei PHP e JavaScript para criticar o preenchimento de um campo e exibir, quando correto, a descrição correspondente após a utilização da tecla Tab, sem o refresh da página.

Retomo agora o exemplo, para demonstrar a mesma funcionalidade com o uso do objeto XMLHttpRequest do AJAX, mas com uma “cara” nova e bem mais elegante :-).

Apesar de se tratar de uma aplicação simples tem como vantagem evitar a lógica para validar os campos do lado do cliente com JavaScript, que em alguns casos é inviável de ser realizada e somente é efetuada do lado do servidor após o formulário ser submetido (neste post, este aspecto não é considerado).

Além do mais, na maioria dos casos, é bem mais simples escrever a lógica de validação com a linguagem utilizada no desenvolvimento de seus aplicativos e, ainda, com a possibilidade de se aproveitar estruturas já construídas.

Acredito, também, que quando se trata de performance, apesar de não ser um desenvolvedor contumaz, não há perda significativa que justifique o não uso da ferramenta AJAX.

Escopo

Neste experimento mostraremos exemplos comuns de validações, com o uso de um formulário contendo apenas o campo Id Categoria a ser preenchido e da tabela wp-categories do Viche, a saber:

  • Preenchimento obrigatório do campo;
  • Se o dado informado é numérico;
  • E, a verificação da existência ou não da categoria na tabela.

Observe que a terceira crítica é um caso clássico, pelo menos até onde eu sei, em que o JavaScript sozinho não resolve.

A linguagem utilizada do lado do servidor é o PHP, que usa na interação com o JavaScript/AJAX uma técnica que permite a acentuação correta das mensagens exibidas, descoberta através da dica fornecida no artigo Acentuação para conteúdos carregados por AJAX do El Micox e de autoria de Fabrício Nogueira Magri, com o título Palavras acentuadas com AJAX.

O código Javascript está, também, embutido no XHTML do experimento, e a função retirada do artigo mencionado é a url_decode(str), enquanto que no PHP é utilizada a função rawurlencode($resposta). Os detalhes sobre as funções podem ser vistos diretamente no artigo do Fabrício e com informações adicionais bem interessantes.

Detalhamento

Serão descritos apenas os pontos que considero importantes no experimento.

O primeiro é a chamada do objeto XMLHttpRequest criado através da função criaxmlhttp():

<input id="id_cad" name="id_cad" size="6" value="" maxlength="8" onblur="valida_cat(this.value,'S','N','verifica_cat')" type="text">

onde utilizo o evento onblur e a função valida_cat() com os seguintes parâmetros:

  1. O conteúdo digitado no campo Id Categoria;
  2. Se o campo é de preenchimento obrigatório ou não;
  3. O tipo do campo, no caso numérico; e
  4. Uma função auxiliar a ser acionada no programa PHP para a verificação da existência ou não da categoria na tabela.

Outro ponto, é a chamada da função passada como parâmetro pelo objeto XMLHttpRequest, no programa PHP:

if ($funcao != "") {
$resposta = call_user_func($funcao, $id);
echo $resposta;
return;
}

em que fazemos uso da função call_user_func() de modo a permitir a generalização da rotina para executar qualquer procedimento adicional definido como parâmetro na url do objeto XMLHttpRequest.

E, finalmente, a decodificação correta dos acentos para que as mensagens sejam exibidas em um bom português:

echo rawurlencode($resposta);  // no PHP

e

var resposta = url_decode(xmlhttp.responseText);   // no JavaScript

de acordo com as orientações do Fabrício anteriormente mencionadas.

Você deve ter notado que na resposta da função não faço uso de rawurlencode(), isto porque se encontra definida no XHTML a meta tag que estabelece o charset como UTF-8, o padrão do WordPress.

Ah! veja agora o experimento em ação.

Feliz Natal com muita paz e muito VICHE.

Categoria : AJAX | Javascript | PHP | Técnico | Blog
18
dez

Quem disse que com os dedos das mãos só podemos contar até dez?

E se eu afirmar que você pode contar até 1023?

E, além disso, se acrescentarmos os dedos dos pés podemos contar até 1.040.575?

Você acreditaria?

Não! Então veja aqui como (em inglês, sorry!): Instructables

Quer saber o que se pode fazer mais com os dedos (em português)? Será que eu preciso dizer para clicar no link da pergunta anterior? Acho que não, a curiosidade é uma “coisa” irresistível :-).

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15
dez

O Viche tem recebido visitas a partir de pesquisas efetuadas no Google com o termo triângulo em função dos artigos publicados sobre Tecelagem Popular no Triângulo Mineiro. Assim, com o objetivo de atender esse indicativo presente nas estatísticas do blog passo a escrever sobre conceitos relacionados ao termo mencionado: mais especificamente sobre Semelhança entre Triângulos.

Antes, vamos definir o que é congruência entre triângulos.

Congruência entre Triângulos

Dois triângulos (ou de forma geral, duas figuras planas) são congruentes quando têm a mesma forma e as mesmas dimensões, ou seja, o mesmo tamanho.

Já a semelhança entre triângulos, objeto do artigo, aborda o conceito mais amplo onde se tem triângulos com a mesma forma, mas não necessariamente com o mesmo tamanho. Em outras palavras, congruência é um caso particular de semelhança entre triângulos no sentido de que se dois triângulos são congruentes necessariamente eles são semelhantes, mas o contrário não é verdadeiro, como você observará daqui em diante.

Definição de Semelhança entre Triângulos

Dizemos que dois triângulos são semelhantes se, e somente se, possuem seus três ângulos ordenadamente congruentes e os lados homólogos (homo = mesmo, logos = lugar) proporcionais.

Triângulos Semelhantes

Traduzindo a definição em símbolos:

Definição de Semelhança entre Triângulos

Observe que as três primeiras expressões entre os parêntesis indicam a congruência ordenada dos ângulos e a última a proporcionalidade dos lados homólogos.

Em bom português, podemos, ainda, definir a semelhança entre triângulos através da frase: dois triângulos são semelhantes se um pode ser obtido pela expansão uniforme do outro (caso deseje comprovar veja o programa em Java descrito abaixo).

Razão de Semelhança

Denominamos o número real k, que satisfaz as igualdades abaixo entre os lados homólogos, como a razão de semelhança dos triângulos:

Razão de Semelhança

Para uma idéia melhor dos conceitos acima sugiro uma visita ao programa em Java de Karlos Gomes. A imagem inicial da página é apresentada a seguir, onde temos dois triângulos entre um feixe de três retas com origem no ponto C. Ao arrastar o triângulo rosa para cima ou para baixo, o ponto em vermelho no segmento de reta indica o valor da razão de semelhança correspondente. Ao colocar o triângulo rosa exatamente sobre o verde você observará que a razão de semelhança é igual a 1, como era de se esperar (você sabe dizer o significado deste fato?).

O único problema é que o programa demora a carregar. Tenha um pouco de paciência, e espere, vale a pena. Após, por favor, retorne a este artigo :-).

Semelhança de Triângulos

Exemplo

Dados os triângulos ABC e DEF semelhantes com as medidas dos lados indicadas abaixo, calcule as medidas dos lados e e d do segundo triângulo.

Exemplo de Semelhança

Solução:

Como os triângulos são semelhantes por hipótese, vem, pela razão de semelhança, que:

c = kf => k = c/f => k = 4/8 = 1/2

De forma análoga:

a = kd => 8 = (1/2)d => d = 16

b = ke => 6 =(1/2)e => e = 12

Propriedades

a) Reflexiva: Todo triângulo é semelhante a si próprio.

Propriedade Reflexiva

b) Simétrica: Se um triângulo é semelhante a um outro, este é semelhante ao primeiro.

Propriedade Simétrica

c) Transitiva: Se um triângulo é semelhante a um segundo e este é semelhante a um terceiro, então o primeiro é semelhante ao terceiro.

Propriedade Transitiva

Teorema Fundamental

Se uma reta é paralela a um dos lados de um triângulo e intercepta os outros dois em pontos distintos, então o triângulo que ela determina é semelhante ao primeiro.

A demonstração do Teorema Fundamental é feita a partir do Teorema de Tales, que por sua vez pode ser demonstrado a partir dos critérios de semelhança definidos abaixo (fica como exercício).

Se um feixe de retas paralelas tem duas transversais, então a razão entre dois segmentos quaisquer de uma é igual à razão entre os segmentos correspondentes na outra.

Teorema de Tales

Demonstração do Teorema Fundamental:

A demonstração da congruência dos ângulos dos triângulos ABC e ADE (figura abaixo) decorre do fato de que ângulos correspondentes determinados por duas paralelas são congruentes. Assim, o ângulo B é congruente ao D e o ângulo C é congruente ao E. Como o ângulo A é comum aos dois triângulos concluímos a primeira parte da demonstração.

Teorema Fundamental

Pelo Teorema de Tales temos que:

m(AD)/m(AB) = m(AE)/m(AC) [1]

Por E construímos a reta EF paralela a BD, conforme indicado na figura acima. Do paralelogramo BDEF temos que m(DE) = m(BF). E, novamente, pelo Teorema de Tales:

m(AE)/m(AC) = m(BF)/m(BC) => m(AE)/m(AC) = m(DE)/m(BC) [2]

De [1] e [2] vem que os lados homólogos são proporcionais, o que conclui a demonstração.

Observação: Nos termos do tipo m(AE), utlizados acima, imagine uma barra sobre AE para se ter a notação correta conforme indicado anteriormente.

Critérios de Semelhança de Triângulos

Critério AA => Ângulo-Ângulo: Se dois triângulos têm dois ângulos internos correspondentes congruentes, então os triângulos são semelhantes.

Demonstração:

Critério AA - DemonstraçãoNo caso dos dois triângulos serem congruentes, nada há a demonstrar, pois por definição de congruência os triângulos são necessariamente semelhantes. Suponhamos, então, como indicado na figura, o triângulo ABC maior que o triângulo DEF e construamos o triângulo AGH tal que a medida do lado AG seja igual à medida do lado DE, o ângulo G congruente ao ângulo E e H sobre o lado AC.

Critério AA - Demonstração

Além disso, como o ângulo A é congruente ao ângulo D, por hipótese, o triângulo AGH é congruente ao triângulo DEF (critério ALA da congruência entre triângulos) e portanto semelhantes.

Por outro lado, pelo Teorema Fundamental, temos que o triângulo AGH é semelhante ao triângulo ABC, já que o lado GH é paralelo ao lado BC. E, finalmente, como o triângulo ABC é semelhante ao triângulo AGH, e AGH, por sua vez, é semelhante a DEF, concluímos, pela propriedade transitiva, que o triângulo ABC é semelhante ao triângulo DEF.

As demonstrações dos demais critérios ficam como exercício.

Critério AAA => Ângulo-Ângulo-Ângulo: Se os ângulos de um triângulo forem respectivamente congruentes aos ângulos correspondentes de outro triângulo, então os triângulos são semelhantes.

Critério LAL => Lado-Ângulo-Lado: Se as medidas de dois dos lados de um triângulo são proporcionais aos homólogos do outro triângulo e os ângulos determinados por estes lados são congruentes, então os triângulos são semelhantes.

Critério LLL => Lado-Lado-Lado: Se as medidas dos lados de um triângulo são respectivamente proporcionais às medidas dos lados correspondentes de outro triângulo, então os triângulos são semelhantes.

Teorema de Pitágoras

Um triângulo é denominado retângulo se um de seus ângulos é reto, ou seja, tem 90 graus. O lado de maior medida é denominado hipotenusa (a) e os outros dois lados de catetos (b e c).

Teorema de Pitágoras

Pitágoras estabeleceu, então, em seu mais famoso teorema que: O quadrado da hipotenusa é igual a soma dos quadrados dos catetos, i.e.:

a2 = b2 + c2

Para finalizar o artigo com chave de ouro vamos demonstrar o Teorema de Pitágoras com o uso dos critérios de semelhança.

Demonstração:

Observe que os triângulos ABH e ABC são semelhantes como decorrência do critério AA, uma vez que ambos possuem um ângulo reto e o ângulo B em comum. Daí tiramos a seguinte relação entre os lados homólogos:

c/a = m/c => c2 = a.m => c2 = a.(a – n) => c2 = a2 – an [1]

Pela mesma razão os triângulos AHC e ABC são semelhantes. Logo:

b/a = n/b => b2 = an [2]

Substituindo [2] em [1] vem que:

c2 = a2 – b2 => a2 = b2 + c2.

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1
dez

A Unimed Centro Oeste e Tocantins se fez presente no Dia Mundial Contra a AIDS (01/12) com a publicação de um excelente folheto, desenvolvido pela Enfermeira Rita de Cássia Marinho, Programa Viva Melhor, com a recomendação para lê-lo com muita atenção e passar a informação adiante.

Com ela a palavra:

A AIDS é uma doença que ainda NÃO tem cura, uma doença que passa de pessoa para pessoa e é causada por um VÍRUS que entra no SANGUE.

No sangue existem células que são como “soldados” com a missão de defender o organismo

O vírus da AIDS (HIV), agindo como inimigo esperto, ataca diretamente o “general” desse exército de células, deixando os “soldados” desorientados e o corpo sem proteção nenhuma contra as infecções.

Além de estar no sangue das pessoas contaminadas, o vírus HIV encontra-se também nos outros líquidos do corpo humano, SENDO EM MAIOR QUANTIDADE NO ESPERMA, ou seja, o líquido que sai do pênis durante a relação sexual.

NÃO EXISTE REMÉDIO E NEM VACINA CONTRA A AIDS

A única medida possível, no momento, é evitar pegar a doença.

ASSIM PEGA

  • Através de relações sexuais (vaginal ou anal), caso seu(sua) parceiro(a) esteja infectado(a) pelo vírus da AIDS.
    • Muitos parceiros sexuais aumenta o risco de você encontrar um portador que passará o vírus para você.
  • Através de objetos cortantes ou perfurantes que estiverem em contato com o sangue contaminado
    • Nunca use escova de dentes de outra pessoa.
    • Não use agulhas nem seringas já utilizadas.
  • Através de transfusão de sangue ou derivados que estejam contaminados.
    • Procure saber de onde vem o sangue, caso você precise recebê-lo
  • Através do parto, da amamentação ou durante a gravidez.
    • Mãe aidética passa o vírus para seu filho pelo sangue ou amamentação.

ASSIM NÃO PEGA

  • O vírus da AIDS não está no ar. Não tenha medo se alguém espirrar ou tossir perto de você.
  • Não há perigo no suor, na saliva ou na lágrima. Embora o HIV já tenha sido encontrado nesses líquidos, não foi relatado nenhum caso em que uma pessoa contraiu AIDS dessa forma.
  • Pratos, talheres, copos, uso de sanitários, aperto de mão, beijo social, picada de inseto, doar sangue, ir à escola, usar transporte coletivo, não traz AIDS.
  • Você pode trabalhar no mesmo local, dormir no mesmo quarto, frequentar ambientes sociais, sem perigo de se contaminar com o vírus HIV.
  • Doar sangue usando material descartável também não oferece risco.

SINTOMAS DA AIDS

  • perda de apetite e peso
  • fraqueza e diarréias constantes
  • lesões na pele que não cicatrizam
  • manchas no corpo
  • gânglios (ínguas)
  • febres brandas
  • suores noturnos

IMPORTANTE

Os sintomas podem aparecer por várias outras doenças, mesmo para quem não tem o vírus HIV – só o médico pode dizer se os sintomas são por causa da AIDS ou não.

EVITE PEGAR AIDS

  • Conhecendo bem as pessoas com as quais você faz sexo e procurando reduzir ao mínimo o número de parceiros.
  • Usando sempre preservativos (camisinha):
    • A camisinha deverá ser usada durante todo o ato sexual, do começo ao fim, independentemente de ser vaginal (pela frente) ou anal (por trás).
    • Evite fazer sexo com uma pessoa que você suspeite que traga risco.
  • Evitando ficar grávida se tiver ficado exposta ao risco.
  • Exigindo material descartável (em embalagem própria) para qualquer procedimento que envolva sangue, vacinação ou medicação. Qualquer faca ou outro instrumento cortante que esteve em contato com o sangue de outra pessoa precisa ser esterilizado ou desinfetado com álcool ou água sanitária por 30 minutos.
  • Evitanto o uso de drogras injetáveis.
    • Para viciados, suspender a prática ou usar material exclusivo.
    • Nunca compartilhe seringa.
  • Exigindo em caso de transfusão, o teste para o vírus da AIDS que é obrigatório pelo governo brasileiro. Procure conhecer muito bem a origem do sangue que será usado em você ou qualquer pessoa de sua família, ou utilize, quando possível, a auto-transfusão (informe-se).
  • Aprendendo o mais que puder sobre a ação do vírus da AIDS e sobre as maneiras em que o mesmo pode ser transmitido e passando a informação ao maior número de pessoas possível.
  • Orientando as crianças sobre o perigo da AIDS muito antes de começarem a fazer sexo.

A CAMISINHA

  • Quando o pênis estiver duro, coloque a camisinha antes de iniciar a relação sexual. Aperte levemente o bico da camisinha para sair o ar.
  • Desenrole a camisinha sem deixar o ar entrar até que o pênis fique todo coberto. A camisinha deve ficar bem encaixada e sem ar dentro para evitar que rasgue.
  • Deixe sobrar um espaço de mais ou menos 2.0 cm na ponta para depositar o esperma. Algumas camisinhas já possuem uma ponta especial para esse fim.
  • Logo que o esperma sair, retire o pênis quando ainda estiver duro. Quando o pênis começa a amolecer, a camisinha fica frouxa permitindo que o esperma escape, contaminando do mesmo jeito.
  • Caso a camisinha rasgue durante a relação, retire imediatamente e coloque uma nova.
  • Retire a camisinha com cuidado. Não deixe que ela escorregue, nem que o líquido seja derramado. Depois de retirada, embrulhe-a em papel higiênico e jogue-a no lixo.

NÃO TENHA PRECONCEITO AIDS NÃO É CASTIGO. PREVINA-SE

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